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Não Atires Pedras a Estranhos Porque Pode Ser o Teu Pai

É um livro de crónicas, lê-se num instante, mas está muito bem escrito, com o seu habitual sentido de humor.


Ficha Técnica
Título - Não Atires Pedras a Estranhos Porque Pode Ser o Teu Pai
Autor - Fernando Alvim
Editora - Cego Surdo e Mudo
ISBN - 9789899708600
Género - Humor
Sinopse - Fernando Alvim traz-nos neste extraordinário e surpreendente livro os 50 anos de uma feliz, recheada, longa e produtiva carreira. E como a experiência é um posto adquirido, reflecte do alto da sua sabedoria sobre temas fundamentais da humanidade como o Amor, a Vida, a Noite e o Portugal onde vivemos. Um livro único que vai mudar para sempre a sua maneira de pensar sobre estes temas ou, como diria Luís Represas, «No fundo, um livro de afectos». Se bem que também gostemos muito de dizer «um rio de emoções». Escolham por isso a melhor expressão.

Não és tu, sou eu

Mais um livro de crónicas de Fernando Alvim, com a dose de humor a que já nos habituou.


Ficha Técnica
Título - Não és tu, sou eu
Autor - Fernando Alvim
Editora - Cego Surdo e Mudo
ISBN - 9789899708648
Género - Humor; Crónicas
Sinopse - Um galã português é gentil para o amor. Amansa-o, promove-o e prova-o. Às vezes, também o afaga. Fernando Alvim sabe da missa a metade no que toca a questões amorosas. Sempre foi assim, sempre o será. O romance, com ele, não tem segredos. E como ele é alma boa, toca a partilhar. Desde criança que esse foi o seu dom. As mulheres, em Portugal e, especialmente, em Itália e no Burkina Faso, contam com a sua sabedoria. E nesse dom há um aparato naturalista que exalta a rapaziada. Qualquer homem conta com o Alvim para ir longe no amor. E Fernando Alvim, verdade seja dita foi já longe demais, o que nestas coisas significa pepita de ouro. Mas tratar por tu o amor não é para todos. Por isso, este conjunto de reflexões tem um valor sintomático para uma geração. A geração que cresceu e ainda está a crescer com Fernando Alvim. Este comunicador nato é exímio nas palavras quando quer descrever o tal fogo que arde sem se ver. Por isso, sentimo-nos perto. Perto dessa quimera literária que almeja o inalcançável: relatar o pudor do coração apaixonado. Por estas e por outras, Fernando Alvim encontra-se bem alto no panteão daqueles que ousaram escancarar o estado da paixão. Um dia, talvez quando este livro estiver nas vossas mãos, vamos olhar para ele como um romântico incurável. Assim é Fernando Alvim. Por acaso, também reputado especialista de hortofloricultura, futebol americano e do índice dow Jones. Associação dos céptico modernos cuja descrença no amor se acabou assim que leram estas crónicas.

No Dia em Que Fugimos Tu Não Estavas em Casa

Um livro de crónicas, com uma pitada de humor.

Ficha Técnica
Título - No Dia em Que Fugimos Tu Não Estavas em Casa
Autor - Fernando Alvim
Editora - Cego Surdo e Mudo
ISBN - 9789899708617
Género - Humor; Crónicas
Sinopse - No dia em que fugimos tu não estavas em casa prefaciado por Nuno Markl e José Luís Peixoto, revela um Fernando Alvim mais introspectivo e sentimental, sofredor do coração; o Alvim que não o da televisão (SIC radical) ou da rádio (Antena 3). Não se pode afirmar que o livro seja um romance compacto, com princípio, meio e fim, já que se apresenta como uma espécie de diário; aliás, é mesmo uma narração de pequenas histórias e situações, de encontros e desencontros cheios de erotismo, nos quais o amor e o coração são quase sempre crucificados. Todavia, tudo começa quando o autor chega à casa do seu "amorzinho", como tantas vezes chama à sua amada no decorrer da obra, com a intenção de fugir com ela. Acaba por se deparar com o facto dela se ter ido embora, sozinha, sem ele, sem mais ninguém. Isto, deixa-o de coração quebrado e flácido, ao mesmo tempo que serve de mote e inspiração para os episódios seguintes. Neles é possível encontrar o Alvim romanesco, patético, sofredor. Descreve de forma pecaminosa e imaginativa tudo o que se passou antes do dia em que ela partiu, sem ele, deixando apenas e só uma carta. As histórias partem de casos normalíssimos, já vividos por qualquer um de nós, mas os sentimentos são de tal forma hiperbolizados e os acontecimentos são vividos com uma tal profundidade e intensidade, que o livro quase parece irreal. Podemos defini-lo como uma pitoresca colecção de aventuras onde amor é sinónimo de dor e desesperança. Como salienta José L. Peixoto no seu prefácio, "perante os sentimentos, o mais fácil é fugir deles (...), o mais difícil é ter coragem de vivê-los"; isto mostra como o autor deste livro é um homem de coragem, sem medo de mostrar os seus sentimentos. No dia em que fugimos tu não estavas em casa é sem dúvida um romance à século XX, falando de jovens cheios de amor para dar, mas que devido à vontade de viver tudo ao mesmo tempo, acabam por se magoar, magoando o seu mundo. É um bom livro de amor e possibilita uma leitura descompressa e atractiva. Em poucas palavras: "poderoso, infeliz, pateticamente triste, o amor em cuecas".