24 de Abril | 21h30 | Cine-Teatro Sousa Telles
De origem popular, o
"cante" alentejano sobrevive graças aos grupos que o cultivam no
Alentejo e na periferia de Lisboa, os quais recapitulam em ensaio o
repertório conhecido de memória, quase sem registo escrito ou sonoro e com
reduzidas alterações criativas.
No Alentejo, dezenas de
grupos amadores reúnem-se regularmente para ensaiar antigos cantos
polifónicos e para improvisar cantos sobre o tempo presente.
Nascido nas tabernas e nos
campos, cantado por camponeses e por mineiros, o cante alentejano deixou os
campos e atravessou as fronteiras da sua região.
Nas últimas décadas, com a
diáspora alentejana, apareceram novos grupos na periferia industrial de
Lisboa e em diversos países de emigração, acentuando o cante como traço
identitário dos alentejanos onde quer que estejam.
Este filme é uma viagem
pelo Portugal contemporâneo, através de um modo musical único e dos seus
intérpretes.
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